Explore as terras, lendas e o legado de The Burning Crusade a Midnight
Dos ramos dourados de Canto Eterno até as ruínas sombrias de Zul’Aman, o caminho para Midnight é pavimentado por ecos. Veja como as terras e lendas familiares retornam — transformadas pelo tempo, marcadas pela guerra e prontas para enfrentar o Caos.
Conectando os fios do tempo
Não importa se você joga World of Warcraft desde o início, deu seus primeiros passos pelo Portal Negro rumo a Terralém em The Burning Crusade ou chegou depois e conheceu a história de Azeroth por meio do Andarilho das Lendas Cho — todos estamos juntos nessa jornada. E que jornada tem sido... e continuará sendo. Em Midnight, voltamos a um lugar onde muitas de nossas lembranças mais queridas foram forjadas — e onde novas lembranças são criadas, com lugares, rostos e histórias familiares ganhando vida mais uma vez.
Como começou: Reino de Quel’thalas
Quel’thalas, o antigo reino dos elfos superiores, ocupa um papel central tanto em The Burning Crusade quanto em Midnight. Em The Burning Crusade, testemunhamos as consequências das ambições do Lich Rei: a cicatriz que corta a Floresta do Canto Eterno e Luaprata, além da corrupção do manancial de poder dos elfos superiores — a Nascente do Sol. Para proteger seu povo da corrupção da Nascente do Sol, o Príncipe Kael’thas a destruiu, privando o povo de Luaprata de recursos com a eliminação de sua fonte de poder. Traídos e abandonados pela Aliança diante da ameaça do Flagelo, os sobreviventes adotaram um novo nome: sin’dorei (“filhos do sangue”) e uniram-se à Horda.
Liderados pelo Grão-magíster Rommath, os magísteres retornam a Luaprata levando os ensinamentos radicais de Kael’thas e oferecendo aos elfos sangrentos afetados uma nova fonte de magia para mantê-los. Os magísteres começam a recuperar e reconstruir grande parte de Luaprata, usando seu grande poder arcano para expulsar o Flagelo de sua terra natal.
Quel’thalas é repleta de histórias, mas a experiência em cada uma delas varia conforme a sua facção — e Luaprata nunca abriu de fato seus portões para a Aliança.
Como está: Reino de Quel’thalas – Floresta do Canto Eterno
O tempo cura muitas feridas, incluindo a Trilha da Morte deixada pela invasão do Flagelo. Ainda assim, mesmo com a restauração da dourada Canto Eterno, focos de morte e trevas persistem — longe dos olhos, mas ainda presentes.
Se já percorreu essas estradas em The Burning Crusade, você se lembra do silêncio sob o dossel dourado de Canto Eterno, além da inquietação que crescia à medida que as árvores rareavam a caminho da Terra Fantasma. Essas mesmas sombras ainda sussurram nas fronteiras do reino.
Sua jornada começa em uma Floresta do Canto Eterno revitalizada, enquanto os sin’dorei defendem sua terra natal — não só contra o Caos, mas também contra ameaças antigas e novas.
Combinando a Floresta do Canto Eterno original com a Terra Fantasma, a área se expande e se conecta aos Reinos do Leste em uma experiência fluida. Você pode usar a pilotagem aérea para sobrevoar as torres cintilantes dos elfos sangrentos e as copas douradas da floresta, contemplando Quel’thalas de uma nova perspectiva.
Lugares conhecidos
Locais emblemáticos, como o Platô da Nascente do Sol e a Terra Fantasma, guardam histórias de perda, esperança e legado arcano. As estruturas de Luaprata foram restauradas, o brilho da Nascente do Sol arde mais uma vez e seu povo segue com um propósito renovado.
Luaprata
Capital de Quel’thalas e lar dos elfos sangrentos, Luaprata é um farol de magia e poder. Erguendo-se nas regiões ao norte dos Reinos do Leste, foi construída sobre terras outrora sagradas para os trolls. Quase destruída durante a invasão do Flagelo, a cidade foi restaurada graças ao uso cuidadoso do poder arcano. Embora Luaprata continue sendo uma capital da Horda, a Aliança é convidada a ajudar na defesa da Nascente do Sol à medida que os planos de Xal’atath e a pressão do Caos se intensificam. Partes da cidade continuam exclusivas para aventureiros da Horda. Explore Luaprata lendo o artigo que publicamos.
Ilha de Quel’Danas: lembrem-se da Nascente do Sol
Ao norte de Luaprata fica a Ilha de Quel’Danas, onde se encontra a Nascente do Sol, além de uma versão atualizada da masmorra Terraço dos Magísteres.
A Nascente do Sol, uma gloriosa fonte de energia arcana, tem um passado conturbado e um futuro preocupante. Em Midnight , ela volta a ser ponto central quando Xal’atath e as forças do Caos tentam tomá-la, enquanto o Exército da Luz se mobiliza para reforçar suas defesas.
Pico dos Correventos
Em The Burning Crusade, o Pico dos Correventos não passava de uma torre em ruínas na orla. Em Midnight, você pode adentrar o famoso lar da família Correventos. Erguendo-se na costa sudoeste, é um lugar marcado por perdas, lembranças e assuntos inacabados.
Antes o lar sagrado da família Correventos, o Pico dos Correventos agora reflete as cicatrizes da relação entre Alleria, Sylvana e Vereesa. A animosidade de um reencontro nesse lar transformou sofrimento e luto em uma manifestação assombrada que prende os espíritos ali presentes, tornando-os incapazes de encontrar paz.
É uma oportunidade de mergulhar no passado de uma família lendária — mesmo depois de todo esse tempo.
Como começou: Zul’Aman e Zul’jin
Consumido pelo ódio por seus antigos inimigos da Aliança — e pelo desprezo pela Horda, que se aliou aos elfos sangrentos —, Zul’jin reuniu seus trolls e imbuiu o poder dos deuses animais dos Amani em seus guerreiros mais fortes, que estão sedentos por vingança.
Os Deuses de Zul’Aman
Enquanto a Horda e a Aliança travavam uma guerra contra as forças de Illidan Tempesfúria, o Senhor da Guerra Zul’jin e seus Amani se preparavam para marchar sobre Quel’thalas. Inimigos declarados dos elfos sangrentos, eles esperaram o momento ideal para lançar um ataque com força total. Com os soldados de Quel’thalas lutando em Terralém, esse momento finalmente chegou.
Zul’jin era um líder astuto, e sua campanha era movida por um misto de ódio e estratégia. O recente juramento dos elfos sangrentos à Horda trouxe novos recursos e poder, e Zul’jin temia que esses aliados acabassem voltando sua atenção para o império Amani.
Em Zul’Aman, os sacerdotes Amani fizeram rituais para controlar o poder dos loas. Esses deuses antigos e seus poderes foram roubados por Malacrass e abasteceram os exércitos dos trolls, que passaram a contar com tais forças. Isso acabaria atrapalhando a conexão dos trolls com os próprios deuses e rompendo a ligação entre eles.
Sem ter a intenção de lutar uma guerra nas duas frentes, em Terralém e Quel’thalas, a Horda se voltou aos campeões mais poderosos. Eles atacaram Zul’Aman, não para um combate de igual para igual, mas para cortar a cabeça da serpente. Zul’jin e os sacerdotes caíram antes mesmo de poder chegar a Quel’thalas.
Situação atual: área de Zul’Aman
O lugar que um dia foi uma masmorra se expandiu e passou a ser uma área muito desenvolvida. É possível explorar selvas e uma cultura troll muito rica, e os loas que você enfrentou um dia se relevam em cores mais vívidas, à medida que os Amani buscam se reconectar com seus deuses.
Veteranos de The Burning Crusade podem se lembrar de abrir caminho pelas tropas de Zul’Aman, sob olhares dos loas, com ataques rápidos, pressionando cada vez mais e sem dar tempo para que os Amani se recuperassem. Em Midnight, a urgência é a mesma, mas a selva contra-ataca de formas nunca vistas.
Vizinhos problemáticos dos elfos sangrentos, os trolls Amani vivem em sua capital, Zul’Aman. Orgulhosos e inabaláveis, eles lutam com bravura pelas terras, passando por perdas e dificuldades. Em Midnight, você vai mais fundo na história e cultura desse povo, explorando florestas antigas, montanhas elevadas e ruínas danificadas pela tempestade. Durante esse caminho, você vai enfrentar não só os Amani, mas também as tribos rivais da floresta, que compartilham raízes, loas e ressentimentos.
Conheça os netos de Zul’jin: Zul’jarra e Zul’jan. Zul’jarra comanda os Amani, enquanto o irmão atua como conselheiro. A paz instável entre os Amani e os elfos sangrentos começa a se enfraquecer à medida que o Caos continua abrindo feridas entre as nações. Cabe a você se aventurar por esta terra antiga e descobrir o que os Amani desejam despertar para sobreviver.
Zul’jarra busca uma forma de ajudar o próprio povo a suportar o Caos iminente. Tendo perdido o contato com os loas e em meio a tensões antigas com os elfos sangrentos, os Amani lutam para resistir à escuridão. Enquanto descobre a história e trabalha para restaurar a conexão entre os trolls e seus deuses, você vai explorar templos abandonados dos loas Akil’zon (águia), Halazzi (lince), Jan’alai (falcodrago) e Nalorakk (urso).
Rostos conhecidos
Muitos rostos conhecidos do passado voltaram trazendo sabedoria, histórias e muitas cicatrizes. Segue uma lista de alguns que você vai encontrar.
- Lorde-regente Lor’themar Theron: líder dos elfos sangrentos, Lor’themar já foi comandante dos Andarilhos e atuou como segundo em comando de Sylvana Correventos. Escolhido como lorde-regente temporário de Luaprata pelo príncipe Kael’thas Andassol, ele tomou o cargo permanentemente depois da traição e queda do príncipe. Como testemunha da devastação de Arthas, ele agora se coloca entre o povo e a sombra usurpadora do Caos.
- Grão-magíster Rommath: Rommath volta a Quel’thalas depois de receber os ensinamentos de Kael’thas e ajudar a liderar a recuperação de Luaprata. Em Midnight, seu conhecimento arcano é essencial mais uma vez para que as defesas antigas enfrentem novos horrores.
- Alleria Correventos: uma patrulheira criada na guerra e calejada pelo Caos, que continua na busca por Xal’atath.
- Turalyon: campeão da Aliança e um dos pilares do Exército da Luz. Ele traz uma determinação resiliente para as defesas da fonte de poder mais disputada de Azeroth.
- Arator Correventos, “o Redentor”: filho da famosa Alleria Correventos e de Turalyon, Arator busca o próprio caminho como paladino e seguidor da Luz.
- Lady Liadrin: a matriarca dos Cavaleiros Sangrentos é a representação da fé e da devoção. Enquanto o Caos pressiona a Nascente do Sol, Liadrin convoca os campeões para Quel’thalas, pronta para reunir os sin’dorei, encher todos de determinação e atacar antes que a escuridão tome conta de sua terra natal.
- Astalor Jurassangue: um dos fundadores dos Cavaleiros Sangrentos, Astalor tem os próprios planos para conseguir poder.
Menções honrosas
Depois de serem mencionados, mas não aparecerem muito antes, alguns personagens ganham destaque em Midnight.
- Danath Matatroll: comandante veterano com várias guerras vencidas e perdida. A presença de Matatroll é um lembrete de que alianças antigas, assim como ressentimentos, ainda moldam as batalhas futuras.
- Kurdran Martelo Feroz: cavalga-grifo destemido e um dos maiores guerreiros do clã Martelo Feroz, Kurdran é um veterano das batalhas da Aliança em Khaz Modan e muitos outros lugares. Em Midnight, ele atende ao chamado mais uma vez, trazendo força aérea, uma bravura obstinada e uma longa memória de guerras travadas nas sombras.
- Magíster Umbric: outrora um magíster do reino de Quel’thalas, Umbric é agora um representante dos elfos caóticos. Os estudos atrapalharam a amizade dele com o Grão-magíster Rommath e fizeram com que fosse exilado da sociedade dos elfos sangrentos. Mesmo não sendo diretamente um rosto familiar em The Burning Crusade, o impacto e os relacionamentos dele podem ser sentidos na história atual de Azeroth.
Você vai encontrar muito mais nomes e rostos conhecidos na Nascente do Sol quando cada um responder o chamado para defender Azeroth, e também vai poder passar um tempo com personagens como Danath Matatroll e Kurdran Martelo Feroz, entre outros, na Arcantina.
Mídia adicional
Fique por dentro de algumas das histórias que ajudaram a moldar nossos heróis.
- Lorde-regente Lor’themar Theron — conto: Um Momento em Verso , conto: Na Sombra do Sol
- Alleria Correventos — conto: Um Sussurro de Alerta, A Ruína de K’aresh — capítulo 1, A Ruína de K’aresh — capítulo 2, A Ruína de K’aresh — capítulo 3; quadrinho: temporadas
- Alleria e Turalyon — radionovela: Mil Anos
- Arator Correventos, “o Redentor" — animação: Filho de Dois Mundos
- Grão-magíster Rommath e Magíster Umbric — O Caos Entre Nós
- Liadrin — animação: Tudo que é sagrado
- Zul’jara — conto: O Legado dos Amani
Saiba mais sobre a história dos elfos sangrentos em World of Warcraft: Crônica, Volume I; World of Warcraft: Crônica, Volume II; e World of Warcraft: Crônica, Volume III.
Ainda há muito o que explorar na Floresta do Canto Eterno e em Zul’Aman, que evocam um sentimento de lar e de história enquanto a vida do povo de Azeroth continua. Saiba mais sobre a expansão Midnight no nosso artigo publicado anteriormente.